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Vale a pena comprar um carro elétrico em Portugal?

Índice

Sim, um carro elétrico pode valer muito a pena em Portugal. Sobretudo se já está a pensar comprar outro automóvel, percorre bastantes quilómetros e consegue carregar regularmente em casa.

Mas há uma diferença importante entre duas perguntas:

“Vou comprar um carro novo. Compensa escolher elétrico?” e “Tenho um carro a combustão que funciona bem. Compensa trocá-lo agora apenas para poupar?”.

A resposta pode ser completamente diferente.

Um elétrico pode custar muito menos por quilómetro, ter vantagens fiscais e exigir menos operações de manutenção. Mas também pode implicar um preço de compra superior, investimento num carregador e uma utilização menos conveniente para quem depende quase sempre do carregamento público.

Por isso, para perceber se vale a pena ter um carro elétrico em Portugal, não olhe apenas para o preço no stand.

Faça estas contas: compra + carregamento + quilómetros + manutenção + impostos + seguro + depreciação + forma como realmente utiliza o carro.

Vamos fazê-las consigo. 🚗⚡

Resposta rápida: para quem costuma compensar mais?

Antes de entrarmos nas contas, veja onde se aproxima o seu perfil.

O seu perfilUm elétrico tende a fazer mais sentido?
Vai comprar um carro novo de qualquer formaSim, vale a pena comparar o custo total
Faz muitos quilómetros por anoTende a ser mais interessante
Pode carregar em casaGrande vantagem
Tem tarifa bi-horária e carrega à noiteAinda mais favorável
Tem painéis solares e o carro fica em casa durante o diaPode reduzir ainda mais a energia comprada
Faz sobretudo trajetos urbanos e suburbanosPerfil bastante favorável
Tem garagem num condomínio onde pode instalar carregamentoPode funcionar muito bem
Depende quase exclusivamente de carregamento público rápidoAs contas tornam-se menos favoráveis
Faz muito poucos quilómetros por anoA poupança demora mais a compensar o investimento
Já tem um carro pago, fiável e com poucos custosTrocar imediatamente pode não ser a opção mais económica

A principal conclusão é esta: quanto mais quilómetros fizer com energia barata carregada em casa, mais fácil é justificar financeiramente um carro elétrico.

20 pontos a analisar para saber se compensa comprar um carro elétrico em Portugal

1. Não compare apenas o preço de compra

Este é provavelmente o erro mais comum. Imagine:

Carro A – gasolina: 30.000€
Carro B – elétrico equivalente: 35.000€

À partida, parece simples: “O elétrico custa mais 5.000€”.

Mas ainda não sabe qual será o carro mais caro. Depois da compra existem anos de:

  • Combustível ou eletricidade;
  • Manutenção;
  • IUC;
  • Revisões;
  • Seguro;
  • Pneus;
  • Eventuais reparações;
  • Depreciação.

É o chamado custo total de utilização ou de propriedade.

Por isso, quando compara um elétrico com um carro a combustão, a pergunta mais útil é: quanto me custa cada um durante os anos em que pretendo utilizá-lo?

2. Quanto pode poupar em energia?

É aqui que o carro elétrico ganha uma vantagem importante, especialmente quando carrega em casa. Vamos utilizar os mesmos pressupostos que a Goldenergy usa atualmente nas suas simulações do tarifário Carregar em Casa:

Carro elétrico:

  • Consumo de 16 kWh/100 km;
  • 80% dos carregamentos durante a noite;
  • 20% durante o dia;
  • 0,0830€/kWh no vazio;
  • 0,1895€/kWh fora do vazio.

Carro a gasolina:

  • Consumo de 6 l/100 km;
  • Gasolina a 1,80€/litro, apenas como referência para a simulação.

No caso da eletricidade, a Goldenergy acrescenta ainda na sua simulação o financiamento da tarifa social e IVA a 23%.

Quanto custa percorrer 100 km?

Com estes pressupostos:

Carro elétrico: cerca de 2,09€/100 km
Carro a gasolina: 10,80€/100 km

A diferença aproxima-se dos 8,71€ por cada 100 km.

Estes valores são ilustrativos e não incluem, por exemplo, perdas reais de carregamento. O preço dos combustíveis também varia diariamente – pode consultar os valores atuais no Portal dos Preços dos Combustíveis da DGEG.

Para contas mais detalhadas com diferentes tarifários, veja o nosso artigo sobre o preço de carregar um carro elétrico em casa.

3. Quanto pode representar num ano?

É aqui que os quilómetros começam a fazer muita diferença. Mantendo os pressupostos anteriores:

Quilómetros/anoElétrico*Gasolina*Diferença aproximada
10.000 km209€1.080€871€
15.000 km314€1.620€1.306€
20.000 km419€2.160€1.741€

*Apenas energia/combustível, seguindo os pressupostos anteriores. No elétrico não estão incluídas eventuais perdas reais de carregamento nem outras despesas do veículo.

Imagine agora que o elétrico custa 5.000€ mais na compra. Se percorresse 15.000 km por ano e a diferença anual na energia fosse aproximadamente 1.306€, seriam necessários cerca de (5.000€ ÷ 1.306 €=) 3,8 anos para recuperar essa diferença apenas através da energia.

Mas esta conta ainda está incompleta. Manutenção e IUC podem favorecer o elétrico. Seguro, wallbox, financiamento ou depreciação podem alterar o resultado no sentido contrário.

É por isso que não existe um prazo universal de “retorno” para comprar um veículo elétrico.

4. Quantos quilómetros faz por ano?

Esta pode ser uma das variáveis mais importantes de todas. Imagine duas pessoas que compram exatamente o mesmo carro elétrico.

Condutor A

Percorre: 5.000 km/ano.

A poupança energética existe, mas acumula lentamente.

Condutor B

Percorre: 25.000 km/ano.

Multiplica várias vezes a diferença de custo por quilómetro.

Quanto mais utiliza o carro, maior tende a ser o peso da energia no custo total – e maior pode ser a vantagem económica do elétrico.

É também por isso que não faz sentido decidir apenas com base na autonomia ou na capacidade da bateria. Se quiser calcular o seu caso, veja quanto consome um carro elétrico por mês.

5. Poder carregar em casa muda completamente as contas

Este é provavelmente o maior divisor entre dois proprietários de carros elétricos.

Se consegue carregar em casa

Pode:

  • Chegar à garagem e ligar o carro;
  • Carregar enquanto dorme;
  • Aproveitar as horas de vazio;
  • Programar os carregamentos;
  • Evitar deslocações específicas a postos;
  • Ter maior previsibilidade no custo da energia.

Neste perfil, o carro elétrico funciona quase como um telemóvel: chega a casa → liga → usa novamente quando precisa.

Se não consegue carregar em casa

Continua perfeitamente possível ter um elétrico. Mas passa a depender mais de:

E o custo pode ser significativamente diferente. Os preços no carregamento público variam consoante o operador, o posto, a potência e o serviço utilizado. Pode consultar informação sobre a rede e as formas de utilização na MOBI.E.

Por isso: antes de comprar um elétrico, descubra primeiro onde vai carregar 80% das vezes. É uma pergunta mais importante do que saber onde está o posto ultrarrápido mais próximo.

6. Precisa de uma wallbox?

Não obrigatoriamente. É possível carregar um carro elétrico em casa sem wallbox, desde que a instalação esteja devidamente preparada.

Mas, para utilização regular, uma wallbox pode tornar o carregamento:

  • Mais rápido;
  • Mais seguro;
  • Programável;
  • Mais fácil de monitorizar.

Se vive num apartamento com lugar de estacionamento, também pode ser possível instalar uma solução própria. Existem, contudo, regras e condições técnicas a cumprir. Veja o nosso guia sobre instalar uma wallbox em casa.

O investimento no carregador deve entrar nas contas iniciais do carro.

Mas não assuma automaticamente que terá de aumentar a potência contratada. Dependendo da instalação e da wallbox, funcionalidades como o balanceamento de cargas podem ajudar a gerir a potência disponível.

7. E os impostos? O elétrico tem vantagens em Portugal

Atualmente existem duas diferenças fiscais importantes para veículos 100% elétricos.

ISV

Segundo a Autoridade Tributária, os veículos 100% elétricos estão excluídos de ISV – Imposto Sobre Veículos.

IUC

Os veículos exclusivamente elétricos estão também isentos de IUC, de acordo com a Autoridade Tributária.

Isto significa uma despesa anual a menos quando comparamos com muitos veículos a combustão. O valor da vantagem varia, naturalmente, porque o IUC de um carro convencional depende das respetivas características.

8. Há incentivos para comprar um carro elétrico em 2026?

Já existiram, mas há uma informação importante a ter em conta. À data deste artigo, a segunda fase do incentivo Mobilidade Verde – Passageiros está encerrada.

Pode acompanhar novos avisos diretamente no Fundo Ambiental.

E aqui deixamos uma regra importante: não faça as contas à compra contando com um incentivo que ainda não está garantido.

Se surgir uma nova fase e cumprir os requisitos, ótimo. Mas a decisão deve continuar a fazer sentido sem depender de um apoio futuro.

9. Um carro elétrico custa menos a manter?

Pode custar. Um veículo 100% elétrico não tem vários componentes típicos de um motor de combustão, como:

  • Óleo do motor;
  • Filtro de óleo;
  • Velas;
  • Sistema de escape;
  • Embraiagem convencional;
  • Vários componentes associados ao combustível.

A Comissão Europeia identifica precisamente a menor quantidade de peças móveis e a ausência de várias destas operações como uma das vantagens dos veículos elétricos.

Isto não significa, obviamente, “manutenção zero”. Continuam a existir:

  • Pneus;
  • Travões;
  • Suspensão;
  • Ar condicionado;
  • Filtros;
  • Líquido de refrigeração, quando aplicável;
  • Bateria de 12 V;
  • Componentes eletrónicos.

A travagem regenerativa também pode reduzir o desgaste dos travões mecânicos em determinadas utilizações.

Veja tudo o que deve acompanhar no nosso guia de manutenção de carros elétricos.

10. E os pneus? Podem ser uma despesa maior?

Podem. Os veículos elétricos tendem a ser pesados devido à bateria e disponibilizam binário de forma imediata.

Consoante carro, pneus, pressão, estilo de condução, potência e tipo de percurso, o desgaste pode ser significativo. Não deve assumir que toda a poupança de manutenção passa diretamente para o bolso.

Quando comparar dois veículos concretos, peça preços para:

  • Pneus;
  • Revisões programadas;
  • Seguro;
  • Peças de desgaste.

As contas ficam muito mais realistas.

11. E a bateria? Vou ter de a substituir?

A bateria é um dos componentes mais caros do veículo, por isso é natural que esta seja uma preocupação. Mas degradação não significa automaticamente substituição.

A capacidade tende a diminuir gradualmente ao longo da utilização, e a velocidade desse processo depende de vários fatores:

  • Química;
  • Temperatura;
  • Gestão térmica;
  • Idade;
  • Quilometragem;
  • Utilização;
  • Hábitos de carregamento.

Ao comprar um carro novo, confirme sempre a garantia específica da bateria oferecida pelo fabricante.

Num elétrico usado, procure ainda informação sobre o estado de saúde da bateria – SOH (State of Health).

Não compre um usado apenas porque “a bateria ainda carrega a 100%”. O indicador do painel mostra nível de carga, não necessariamente capacidade restante face a quando era nova.

12. Comprar elétrico usado pode fazer ainda mais sentido?

Pode ser uma das formas mais interessantes de entrar na mobilidade elétrica. Porquê? Porque uma parte da depreciação inicial já aconteceu.

Se encontrar um veículo:

  • Com bateria em bom estado;
  • Autonomia adequada;
  • Histórico conhecido;
  • Garantia ainda válida;
  • Preço competitivo.

A diferença de aquisição face a um carro usado a combustão pode diminuir bastante. E, nesse caso, continua a beneficiar de:

  • Menor custo energético;
  • Isenção de IUC;
  • Potencialmente menos manutenção mecânica.

Mas num usado é importante dar particular atenção a:

  1. Estado de saúde da bateria;
  2. Garantia restante;
  3. Histórico de manutenção;
  4. Capacidade de carregamento AC e DC;
  5. Autonomia real;
  6. Estado dos pneus;
  7. Eventuais danos na parte inferior da bateria.

13. Autonomia: quanta precisa realmente?

Não escolha um elétrico apenas pela maior bateria disponível.

Imagine que faz normalmente 40 km por dia. Um automóvel com 500 km de autonomia pode parecer muito mais tranquilizador do que outro com 350 km. Mas, se carrega em casa, ambos podem começar praticamente todas as manhãs com energia suficiente para vários dias de utilização.

Uma bateria maior costuma trazer:

  • Maior autonomia;
  • Mais margem em viagem.

Mas também pode significar:

  • Carro mais caro;
  • Mais peso;
  • Mais energia para carregar.

Veja o nosso guia completo sobre autonomia dos carros elétricos.

14. E para quem faz muitas viagens longas?

Aqui deve analisar o modelo concreto. Veja:

  • Autonomia real em autoestrada;
  • Potência máxima de carregamento rápido;
  • Curva de carregamento;
  • Localização dos postos nos percursos habituais;
  • Tempo necessário para recuperar energia.

Um carro com uma potência máxima de carregamento muito elevada no papel pode não manter essa potência durante toda a sessão.

Por isso, numa viagem longa interessa mais perceber quantos quilómetros recupera numa paragem realista do que olhar apenas para o valor máximo anunciado.

Antes de comprar, experimente abrir o mapa da MOBI.E e analisar os percursos que faz regularmente. Se Portugal–Espanha ou Porto–Algarve fazem parte da sua rotina, simule essas viagens com o modelo que está a considerar.

15. O inverno muda a decisão?

Em Portugal, normalmente não ao ponto de inviabilizar um carro elétrico. Mas o frio pode aumentar o consumo e reduzir temporariamente a autonomia disponível.

O impacto depende de:

  • Temperatura;
  • Veículo;
  • Bomba de calor;
  • Utilização da climatização;
  • Duração das viagens;
  • Gestão térmica da bateria.

Se conduz sobretudo no Norte ou interior durante o inverno, vale a pena considerar alguma margem adicional de autonomia. Explicamos estas diferenças no artigo sobre carro elétrico no inverno.

16. E se tiver painéis solares?

Aqui a conta pode ficar ainda mais interessante. ☀️

Se o carro estiver em casa enquanto existe produção fotovoltaica disponível, pode utilizar parte dessa energia diretamente no carregamento.

Nesse caso: energia solar autoconsumida → menos eletricidade comprada à rede.

Mas isto depende muito dos horários. Se os painéis produzem enquanto o carro está no trabalho, não consegue utilizar diretamente essa energia no automóvel sem recorrer, por exemplo, a armazenamento.

Veja como combinar as duas soluções no nosso artigo sobre carregar carros elétricos com painéis solares.

17. Um carro elétrico é mesmo melhor para o ambiente?

Se olharmos apenas para o tubo de escape, a diferença é simples: um veículo 100% elétrico não produz emissões de escape durante a condução.

Mas fabricar um carro também tem impacto ambiental – e a bateria torna a fase de produção de um elétrico particularmente relevante. Por isso, a comparação correta é feita ao longo do ciclo de vida.

A Agência Europeia do Ambiente conclui que um carro elétrico típico na Europa produz menos gases com efeito de estufa e poluentes ao longo do seu ciclo de vida do que um equivalente a gasolina ou gasóleo, apesar do maior impacto inicial da produção.

Isto não significa que comprar um carro elétrico torne automaticamente qualquer deslocação sustentável.

Sempre que possível, caminhar, utilizar bicicleta ou transportes coletivos continua a evitar a necessidade de deslocar um automóvel inteiro.

18. O maior erro: trocar um carro bom apenas porque o elétrico gasta menos

Imagine que tem atualmente:

  • Um carro pago;
  • Fiável;
  • Manutenção controlada;
  • Poucos quilómetros anuais.

Comprar um elétrico novo de 35.000€ para poupar algumas centenas de euros anuais em combustível pode não ser a melhor decisão estritamente financeira. A poupança energética tem de recuperar um investimento muito elevado.

Agora imagine outro cenário. O seu carro precisa de ser substituído e está a comparar: carro a gasolina novo de 30.000€ versus elétrico novo de 34.000€. A pergunta muda completamente.

Já não está a comparar: 0€ vs. 34.000€.

Está a comparar: 30.000€ vs. 34.000€.

A diferença a recuperar é 4.000€, não o preço total do elétrico. Esta é provavelmente a forma mais correta de pensar na decisão.

19. Faça a sua própria conta em 5 passos

Pegue num bloco de notas ou numa folha de cálculo e faça isto:

Passo 1: compare carros equivalentes

Não compare um pequeno utilitário a gasolina com um SUV elétrico de luxo. Use modelos que satisfaçam a mesma necessidade.

Passo 2: calcule a diferença de preço de compra

Por exemplo:

  • Elétrico: 34.000€;
  • Combustão: 30.000€;
  • Diferença: 4.000€.

Passo 3: calcule o custo anual de energia

Para o elétrico: km anuais ÷ 100 × kWh/100 km × preço do kWh.

Para gasolina ou gasóleo: km anuais ÷ 100 × l/100 km × preço por litro.

Passo 4: acrescente os restantes custos anuais

Compare:

  • IUC;
  • Revisões;
  • Seguro;
  • Pneus;
  • Manutenção;
  • Estacionamento, quando existam benefícios locais;
  • Financiamento.

Passo 5: inclua o investimento no carregamento

Se precisar de instalar uma wallbox, some esse custo ao investimento inicial. Depois veja quantos anos pretende manter o automóvel.

É essa comparação que lhe diz se o elétrico faz sentido, não apenas o preço do kWh.

20. Checklist: um carro elétrico vale a pena para si?

Assinale as frases que se aplicam ao seu caso:

  • Já preciso de substituir o meu automóvel;
  • Faço mais de 10.000 km por ano;
  • Posso carregar em casa;
  • Posso carregar durante as horas mais económicas;
  • Tenho lugar de garagem ou estacionamento privado;
  • A autonomia do modelo cobre confortavelmente a minha rotina;
  • Existem alternativas de carregamento nas minhas viagens habituais;
  • Pretendo manter o carro durante vários anos;
  • O preço do elétrico não está muito acima de um modelo equivalente;
  • Tenho ou pondero instalar painéis solares.

Quanto mais destas condições cumprir, mais favorável tende a tornar-se a utilização de um carro elétrico. Mas há uma condição que vale especialmente a pena repetir: ter carregamento doméstico previsível transforma bastante a experiência e as contas.

Então, vale a pena comprar um carro elétrico em Portugal?

Para muitos condutores, sim. Especialmente para quem:

  • Já vai comprar outro carro;
  • Percorre bastantes quilómetros;
  • Consegue carregar em casa;
  • Aproveita as horas mais económicas;
  • Pretende manter o veículo durante alguns anos.

A decisão é menos evidente para quem:

  • Já possui um carro fiável e pago;
  • Conduz muito pouco;
  • Não tem carregamento doméstico nem no trabalho;
  • Depende frequentemente de carregamento público rápido;
  • Está a escolher um elétrico muito mais caro do que a alternativa a combustão.

Por isso, não procure uma resposta universal. Procure o ponto em que as suas contas fecham.

É aí que deixa de importar se “os carros elétricos compensam” em abstrato. Passa a saber se o seu compensa. ⚡

Se vai passar para elétrico, comece pelo carregamento em casa 💚

Grande parte da vantagem económica de um carro elétrico começa no local onde fica estacionado durante a noite.

Com o Carregar em Casa da Goldenergy, pode aproveitar um preço de 0,0830€/kWh no período de vazio, antes dos restantes componentes aplicáveis, e programar o veículo para carregar nas horas mais económicas.

Se pretende uma solução dedicada, pode também conhecer as wallboxes Goldenergy, com opções de carregamento doméstico e instalação certificada.

Porque comprar um elétrico é apenas metade da decisão. A outra metade é como, quando e a que preço o vai carregar. 🚗⚡

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