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Qual a potência necessária para carregar carros elétricos?

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Comprou um carro elétrico ou está a pensar fazê-lo e surgiu mais uma dúvida: qual a potência necessária para carregar carros elétricos em casa? ⚡

3,7 kW? 7,4 kW? É preciso aumentar a potência contratada? E uma wallbox de 22 kW vai carregar sempre quatro vezes mais depressa do que uma de 5,5 kW?

Calma, porque é mais simples do que parece. 😉

Na realidade, não existe uma potência certa para todos os carros elétricos ou para todas as casas. A escolha depende da bateria do veículo, dos quilómetros que percorre diariamente, do tempo disponível para carregar, da potência máxima que o automóvel aceita e dos restantes consumos elétricos da sua habitação.

E há ainda três conceitos que não devem ser confundidos: potência contratada, potência do carregador e potência máxima de carregamento do carro.

Vamos explicar tudo para perceber qual é a solução mais adequada para o seu caso.

Qual a potência necessária para carregar um carro elétrico em casa?

Para muitos condutores, uma potência de carregamento entre 2,3 kW e 7,4 kW pode ser suficiente para carregar o carro em casa, sobretudo quando o veículo fica ligado durante várias horas durante a noite.

A ERSE refere que o carregamento lento das baterias de um veículo elétrico necessita normalmente de uma potência entre 2,3 kVA e 3,7 kVA. E deixa um dado importante: carregar um carro elétrico não significa automaticamente que tenha de aumentar a potência contratada da habitação.

Se fizer o carregamento durante períodos em que existem poucos equipamentos ligados em casa, pode conseguir utilizar a potência que já tem contratada. Mas a resposta depende do seu caso.

Veja uma referência simples:

Potência de carregamentoEnergia fornecida em 8 horas*Utilização mais adequada
2,3 kW18,4 kWhPoucos quilómetros diários ou carregamentos longos
3,7 kW29,6 kWhUtilização diária moderada
7,4 kW59,2 kWhUtilização regular e baterias de maior capacidade
11 kW88 kWhCarregamentos domésticos mais rápidos, se instalação e veículo permitirem
22 kW176 kWhNecessidades específicas e veículos compatíveis

*Valores teóricos, calculados multiplicando a potência pelo tempo. Na utilização real existem perdas durante o carregamento e a potência pode variar. Além disso, a bateria não recebe mais energia do que a sua capacidade disponível.

Por isso, uma wallbox de 22 kW não significa que precise de carregar 176 kWh todas as noites. Significa apenas que pode disponibilizar uma potência máxima superior, quando a instalação e o automóvel a conseguem aproveitar.

Antes de mais: kW e kWh não são a mesma coisa

Há dois termos que vai encontrar constantemente quando começa a conduzir um veículo elétrico: kW e kWh. Parecem semelhantes, mas medem coisas diferentes.

O kilowatt (kW) mede potência. No contexto da mobilidade elétrica, indica a velocidade a que a energia pode ser transferida para a bateria.

O kilowatt-hora (kWh) mede energia. É a unidade utilizada, por exemplo, para indicar a capacidade da bateria.

Imagine uma bateria com 60 kWh. Esse valor diz-lhe quanta energia a bateria consegue armazenar. Já um carregador de 7,4 kW indica a potência máxima com que essa energia poderá ser fornecida.

É quase como comparar o tamanho de uma garrafa com a velocidade a que a enche. 💧

Quanto maior for a capacidade da bateria, mais energia cabe nela. Quanto maior for a potência de carregamento, mais rapidamente a pode encher – desde que o automóvel permita receber essa potência.

Potência contratada, potência do carregador e potência do carro: qual é a diferença?

Esta é provavelmente a parte mais importante deste artigo.

Potência contratada

É a potência máxima disponível na instalação elétrica da sua casa e é medida em kVA.

Na prática, determina quantos equipamentos pode utilizar ao mesmo tempo sem ultrapassar o limite disponível.

Se estiver a carregar o carro, ligar o forno, a placa de indução, a máquina da roupa e o ar condicionado simultaneamente, a soma desses consumos pode ultrapassar a potência disponível.

A ERSE lembra que existem diferentes escalões de potência contratada e que, entre os mais frequentes nas habitações portuguesas, estão os 3,45 kVA e os 6,9 kVA.

Potência do carregador

É a potência máxima que a tomada, wallbox ou posto consegue disponibilizar ao veículo.

Por exemplo, uma wallbox pode disponibilizar 3,7 kW, 7,4 kW, 11 kW ou 22 kW.

Mas ter uma wallbox de 22 kW não significa automaticamente carregar a 22 kW.

Potência máxima aceite pelo carro

O próprio veículo também tem um limite.

Imagine que instala uma wallbox capaz de fornecer 22 kW, mas o seu automóvel aceita no máximo 11 kW em corrente alternada. Nesse caso, vai carregar no máximo a 11 kW.

Por isso, a potência efetivamente utilizada é condicionada pelo elemento mais limitativo do sistema.

👉 Carro + carregador + instalação elétrica têm de ser compatíveis.

É exatamente por isso que não vale a pena escolher uma wallbox apenas com base no princípio “quanto mais potente, melhor”.

É preciso aumentar a potência contratada para carregar um carro elétrico?

Nem sempre.

Esta é uma das dúvidas mais comuns de quem compra um elétrico.

Segundo a ERSE, se carregar o automóvel durante as horas em que existe maior consumo doméstico, pode ser necessário aumentar a potência contratada. Mas se fizer o carregamento quando estão poucos equipamentos ligados – por exemplo, durante a noite – pode conseguir manter o escalão que já possui.

Imagine uma casa com 6,9 kVA de potência contratada. Se tentar utilizar praticamente toda essa potência para carregar o automóvel ao mesmo tempo que liga vários equipamentos de elevado consumo, vai ultrapassar a potência disponível.

Mas se programar o carregamento para começar às 23h30, quando o forno, a placa e as máquinas já estão desligados, existe mais potência disponível para o veículo. 🌙

É aqui que a gestão dos horários faz a diferença. E há outra solução particularmente útil: gestão dinâmica de carga.

O que é a gestão dinâmica de carga?

Uma wallbox com gestão dinâmica consegue adaptar a potência utilizada no carregamento à energia que está disponível na habitação em cada momento.

Imagine que o carro está a carregar e decide ligar o forno.

Em vez de continuar a exigir a mesma potência e correr o risco de ultrapassar o limite da casa, um sistema de gestão dinâmica pode reduzir temporariamente a potência disponibilizada ao veículo.

Quando o forno é desligado, volta a existir mais capacidade disponível para carregar.

Isto permite aproveitar melhor a potência contratada e, em alguns casos, evita aumentar o escalão. Naturalmente, a possibilidade de utilizar este tipo de solução depende do equipamento e das características da instalação.

3,7 kW ou 7,4 kW: qual é a melhor potência para carregar em casa?

Depende sobretudo de quanta energia precisa de repor todos os dias. É fácil cair na tentação de pensar que precisa de carregar sempre uma bateria inteira. Mas raramente acontece.

Imagine que o seu carro tem uma bateria de 60 kWh, mas utiliza apenas 15 kWh nas deslocações diárias.

Não precisa de voltar a colocar 60 kWh na bateria todas as noites. Precisa apenas de repor aproximadamente aquilo que gastou.

Com um carregamento de 3,7 kW, esses 15 kWh corresponderiam teoricamente a pouco mais de quatro horas. Com 7,4 kW, seriam pouco mais de duas horas.

Para quem chega a casa ao final do dia e só volta a pegar no carro na manhã seguinte, as duas opções podem satisfazer perfeitamente a necessidade diária.

A diferença torna-se mais relevante para quem:

  • Percorre muitos quilómetros por dia;
  • Tem pouco tempo disponível para carregar;
  • Possui uma bateria de grande capacidade;
  • Precisa frequentemente de repor uma grande quantidade de energia;
  • Utiliza mais do que um veículo elétrico.

Quanto tempo demora a carregar diferentes baterias?

Há uma conta simples que ajuda a fazer uma estimativa:

Tempo de carregamento = energia a carregar (kWh) ÷ potência de carregamento (kW)

Imagine que precisa de colocar 40 kWh de energia na bateria.

Potência disponívelTempo teórico para carregar 40 kWh
2,3 kWCerca de 17h25
3,7 kWCerca de 10h50
7,4 kWCerca de 5h25
11 kWCerca de 3h40
22 kWCerca de 1h50

Mas atenção: estes são tempos em teoria.

Na realidade, um carregamento pode demorar mais devido às perdas de energia, às limitações do veículo, à temperatura da bateria e à gestão eletrónica do carregamento.

E há um detalhe essencial: se o seu carro aceitar apenas 11 kW em corrente alternada, ligá-lo a um ponto AC de 22 kW não reduz este exemplo para 1h50. O veículo continuará limitado aos 11 kW que consegue receber.

Exemplo 1: percorre cerca de 30 km por dia

Vamos imaginar um veículo elétrico com um consumo de 16 kWh/100 km. Para percorrer 30 km, gastaria aproximadamente 4,8 kWh.

Mesmo considerando alguma margem e perdas no carregamento, estamos perante uma quantidade relativamente pequena de energia para repor diariamente.

Para este perfil, um carregamento de baixa potência durante várias horas pode ser suficiente.

Ou seja, pode não ter necessidade de instalar a solução mais potente disponível.

Exemplo 2: percorre 100 km por dia

Com o mesmo consumo médio de 16 kWh/100 km, percorrer 100 km representa aproximadamente 16 kWh de energia.

Teoricamente:

  • A 2,3 kW, precisaria de cerca de 7 horas;
  • A 3,7 kW, pouco mais de 4 horas;
  • A 7,4 kW, pouco mais de 2 horas.

Se o automóvel ficar estacionado em casa das 22h00 às 7h00, por exemplo, mesmo uma potência relativamente moderada pode permitir recuperar tranquilamente a energia utilizada nesse dia. 🚗

Exemplo 3: percorre 200 km diariamente

Agora o cenário muda.

Considerando novamente 16 kWh/100 km, seriam necessários aproximadamente 32 kWh para repor a energia utilizada em 200 km. Teoricamente:

  • A 2,3 kW, seriam quase 14 horas;
  • A 3,7 kW, cerca de 8h40;
  • A 7,4 kW, aproximadamente 4h20.

Neste caso, uma potência de carregamento superior pode trazer uma vantagem prática bastante maior. É por isso que a potência adequada deve ser escolhida de acordo com aquilo que precisa de carregar, e não apenas com a capacidade total da bateria.

Então, qual a potência contratada recomendada?

Não podemos dizer-lhe que todos os proprietários de carros elétricos precisam de 6,9 kVA, 10,35 kVA ou qualquer outro escalão específico.

A potência contratada adequada resulta da soma dos equipamentos que pretende utilizar em simultâneo. Assim:

Com 3,45 kVA, carregar um automóvel pode ser possível a baixa potência, mas terá menos margem para outros equipamentos em simultâneo.

Com 4,6 ou 5,75 kVA, existe maior flexibilidade, sobretudo se programar o carregamento para períodos de menor consumo doméstico.

Com 6,9 kVA, terá ainda mais margem, mas isso não significa que consiga dedicar 7,4 kW ao carro enquanto mantém os restantes consumos da habitação.

Com potências superiores, pode acomodar maiores consumos simultâneos, mas também aumenta a componente de potência da fatura.

Por isso, aumentar a potência “só para prevenir” não é a escolha mais económica. Antes de alterar o contrato, analise os seus consumos reais.

Se tiver um contador inteligente integrado na rede inteligente, a ERSE recomenda consultar o histórico de consumo para perceber a potência máxima que tem efetivamente utilizado.

Uma tomada doméstica chega para carregar um carro elétrico?

Tecnicamente, é possível carregar alguns veículos através de uma tomada elétrica adequada, respeitando sempre os requisitos técnicos e de segurança.

Mas não significa que uma tomada doméstica convencional seja a melhor solução para carregamentos frequentes e prolongados.

A potência será normalmente inferior e, por isso, o carregamento bastante mais demorado. Uma potência próxima dos 2,3 kW, por exemplo, pode precisar de mais de 20 horas para carregar uma bateria de aproximadamente 50 kWh.

Para um carregamento regular em casa, uma wallbox dedicada oferece geralmente mais segurança, controlo e capacidade de gestão do carregamento.

Antes de utilizar uma tomada normal durante longos períodos, é importante confirmar se a instalação elétrica e o circuito estão preparados para suportar esse consumo contínuo.

Nada de extensões improvisadas ou soluções “desenrascadas”, combinado? ⚡😉

E se a minha casa tiver uma instalação trifásica?

Uma instalação trifásica pode permitir utilizar soluções de carregamento de maior potência, nomeadamente 11 kW ou 22 kW, desde que exista potência disponível e que o carregador e o veículo sejam compatíveis.

Mas mais potência volta a não significar automaticamente melhor solução.

Um carro que aceite apenas 7,4 kW ou 11 kW em corrente alternada continua limitado a esse valor mesmo que o ponto de carregamento possa disponibilizar 22 kW.

Além disso, aumentar significativamente a potência contratada tem impacto na componente fixa da fatura.

Antes de instalar um carregador mais potente, pergunte:

  • Quanto aceita o meu carro em corrente alternada?
  • Quantos kWh preciso normalmente de repor por noite?
  • Quantas horas tenho disponíveis para carregar?
  • Qual é a potência disponível na instalação?
  • Que outros equipamentos vão estar ligados ao mesmo tempo?

Estas respostas são muito mais importantes do que simplesmente escolher o carregador com o número maior na caixa. 😊

Carregar em casa é diferente de carregar num posto público?

Sim.

Em casa, o carregamento é normalmente feito em corrente alternada (AC) e com potências mais baixas, porque o objetivo é aproveitar o período em que o automóvel permanece estacionado durante várias horas.

Na rede pública encontra também carregamentos em corrente contínua (DC), capazes de disponibilizar potências muito superiores.

De acordo com a classificação europeia atual, os pontos DC entre 50 kW e 150 kW são considerados rápidos, enquanto os pontos de 150 kW a 350 kW entram já na categoria de ultrarrápidos.

Estes carregamentos são especialmente úteis numa viagem, quando pretende recuperar muita autonomia em pouco tempo.

Mas, também aqui, um posto de 350 kW não obriga nem permite automaticamente que todos os carros carreguem a 350 kW. A potência efetiva continua a depender da capacidade máxima aceite pelo veículo e pode variar ao longo da sessão de carregamento.

Para o dia a dia, carregar em casa continua a ter uma grande vantagem: pode fazê-lo enquanto dorme e aproveitar períodos em que a eletricidade é mais económica. 🌙

Como escolher a potência certa para carregar o seu carro elétrico?

Antes de tomar uma decisão, faça esta pequena checklist:

1. Consulte a potência máxima de carregamento AC do automóvel.
Está normalmente disponível nas especificações técnicas ou no manual.

2. Veja quantos quilómetros percorre por dia.
É isto que determina quanta energia precisa realmente de repor.

3. Consulte o consumo médio do veículo.
Um automóvel que consome 16 kWh/100 km precisa de cerca de 16 kWh para recuperar a energia utilizada num percurso de 100 km.

4. Perceba quantas horas tem para carregar.
Se o automóvel fica oito ou dez horas parado durante a noite, pode não precisar de grande potência.

5. Confirme a potência contratada.
Encontra este valor na sua fatura de eletricidade.

6. Analise os restantes consumos da casa.
Forno, placa, termoacumulador, bomba de calor, ar condicionado, entre outros, também precisam de potência.

7. Avalie uma wallbox com gestão dinâmica.
Pode ajudar a distribuir melhor a potência disponível.

8. Peça uma avaliação da instalação elétrica.
Sobretudo antes de instalar uma wallbox de maior potência.

Como carregar o carro elétrico sem aumentar desnecessariamente a potência?

Há algumas estratégias simples que podem fazer diferença.

A primeira é carregar durante a noite, quando normalmente existem menos equipamentos em utilização.

Pode também programar o veículo ou a wallbox para começar a carregar apenas depois de terminar outros consumos importantes.

Outra possibilidade é reduzir a potência de carregamento quando não tem pressa. Se tem dez horas disponíveis para repor 20 kWh, não precisa necessariamente de carregar à potência máxima.

Uma wallbox com gestão inteligente permite ainda ajustar o carregamento à disponibilidade da instalação.

Desta forma, consegue encontrar um equilíbrio entre velocidade, conforto e custo da potência contratada.

A potência influencia o preço de carregar o carro elétrico?

Em casa, a potência de carregamento e o preço da energia são duas coisas diferentes.

O consumo de energia é medido em kWh. Assim, carregar 20 kWh na bateria representa aproximadamente a mesma quantidade de energia, quer demore três horas ou oito, embora existam diferenças nas perdas do sistema.

No entanto, uma potência contratada superior tem um custo fixo mais elevado na fatura.

Por isso, aumentar o escalão apenas para carregar mais depressa pode não compensar se raramente precisar dessa velocidade.

Também pode poupar escolhendo quando carrega.

A Goldenergy tem um tarifário residencial bi-horário pensado para quem carrega veículos elétricos em casa, com um preço especial no período de vazio.

Pode programar o carregamento através da aplicação do veículo e fazê-lo automaticamente nos períodos em que a eletricidade é mais barata. 💚

Afinal, qual a potência necessária para carregar carros elétricos?

A resposta é: a potência suficiente para repor a energia de que precisa dentro do tempo que tem disponível, sem ultrapassar a capacidade do carro ou da instalação elétrica.

Para quem percorre poucos quilómetros e deixa o automóvel a carregar toda a noite, uma potência mais baixa pode chegar perfeitamente.

Para quem percorre muitos quilómetros diariamente ou dispõe de poucas horas para carregar, uma wallbox de 7,4 kW ou uma solução mais potente pode fazer sentido.

Mas lembre-se: mais potência não significa automaticamente uma melhor escolha.

Antes de aumentar a potência contratada ou instalar um carregador muito potente, analise o automóvel, a sua rotina e os consumos da casa.

É assim que encontra uma solução verdadeiramente eficiente. ⚡

Carregue nas horas certas com a Goldenergy

Já percebeu que não precisa necessariamente de carregar o seu automóvel à maior potência possível. Mas escolher a hora certa também pode fazer toda a diferença no custo. 😉

Com o tarifário Carregar em Casa da Goldenergy, pode aproveitar um preço mais baixo no período de vazio e programar o automóvel para carregar automaticamente durante essas horas.

Chegar a casa, ligar o carro e deixá-lo preparado para o dia seguinte pode ser assim tão simples. Conheça a solução completa de wallbox Goldenergy e carregue o seu veículo elétrico com mais comodidade e controlo.

E quando precisa de energia longe de casa, o Cartão Mobilidade Elétrica Goldenergy permite carregar nos postos da rede pública MOBI.E em Portugal.

Em casa ou na estrada, encontre a solução que melhor se adapta à sua rotina e continue a somar quilómetros com energia mais verde. 🚗⚡💚

Perguntas frequentes sobre a potência para carregar carros elétricos

Não. É possível carregar com potências contratadas inferiores, dependendo da potência de carregamento e dos restantes equipamentos utilizados ao mesmo tempo. A ERSE refere que o carregamento lento necessita normalmente entre 2,3 e 3,7 kVA e que carregar nas horas de menor consumo pode evitar a necessidade de aumentar a potência contratada.

Pode ser possível carregar a baixa potência, sobretudo quando existem poucos outros equipamentos ligados. No entanto, a margem disponível é limitada e deve confirmar se a instalação elétrica está preparada.

Para carregar efetivamente a 7,4 kW, a instalação tem de conseguir disponibilizar essa potência ao veículo, além de acomodar os restantes consumos da casa. Se não existir potência suficiente, o carregamento terá de ser limitado ou gerido dinamicamente.

Depende da quantidade de energia que precisa de repor. Colocar 20 kWh na bateria demora teoricamente cerca de 5h25; 40 kWh demoram aproximadamente 10h50. Na prática, o tempo será um pouco superior devido às perdas e à gestão do carregamento.

A 7,4 kW, carregar teoricamente 20 kWh demora cerca de 2h40 e 40 kWh cerca de 5h25. O tempo real depende do automóvel e das condições do carregamento.

Só em determinadas situações. Deve confirmar se o automóvel aceita 22 kW em corrente alternada, se a instalação é compatível e se existe potência suficiente. Para muitos condutores, uma potência inferior já permite recuperar durante a noite toda a energia utilizada diariamente.

Não. O carregamento fica limitado pela potência máxima que o automóvel consegue aceitar, pela potência disponibilizada pela instalação e pelo próprio carregador.

Não. No dia a dia, é mais habitual fazer carregamentos parciais e repor apenas a energia utilizada. Se percorreu 50 ou 100 km, não precisa de voltar a carregar toda a capacidade da bateria.

Sim. Uma potência contratada superior permite utilizar mais equipamentos em simultâneo, mas também aumenta a componente fixa da fatura de eletricidade. Por isso, não deve aumentar o escalão sem primeiro verificar se é realmente necessário.

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