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Tipos de caldeiras domésticas: qual é a mais eficiente?

Índice

A planear comprar uma caldeira? Escolher entre os tipos de caldeiras domésticas pode ser complicado, é verdade, mas depois de ler este artigo que a Goldenergy preparou para si, vai ver que a tarefa se torna mais simples. 🙂

Antes de mais, avisamos: comprar equipamentos para o aquecimento aí de casa não tem de ser um bicho papão. Na realidade, é possível selecionar soluções térmicas que satisfaçam as suas necessidades, ao mesmo tempo que são energeticamente eficientes.

Fique connosco e descubra, um a um, os tipos de caldeiras domésticas que há no mercado. Depois de informado, qualquer decisão vai parecer mais fácil. 😉

Que tipos de caldeiras domésticas existem?

Para começar bem, vamos saber o que é, exatamente, uma caldeira? Isto para que possamos, juntos, entender qual é a sua função nas nossas casas. 🙂

Em resumo muito simples, uma caldeira nada mais é que um recipiente metálico usado para aquecer líquidos, como a água dos nossos banhos. Ou ainda para realizar a produção e a acumulação de vapor sob uma pressão superior à atmosférica, para assim aquecer os mais diversos ambientes e alimentar máquinas térmicas, como os famosos aquecedores.

Agora já deve ter ficado a perceber melhor porque é que as caldeiras são tão valorizadas durante os meses frios do ano. Conseguir alcançar e manter a temperatura ideal da nossa casa pode ser um verdadeiro desafio (especialmente se, entre os objetivos, quiser ainda fazer uma poupança).

Mas, lembre-se: as caldeiras são boas aliadas ao longo de todo o ano e não apenas entre o outono e o inverno. Nem todos somos adeptos dos banhos frios, especialmente os mais novos. 🙂

Agora, vamos ao que interessa: a compra do equipamento.

Para que possa escolher a caldeira ideal, deve começar por estar informado quanto aos tipos de combustíveis utilizados por estas tecnologias de climatização.

Em Portugal, a maior parte das habitações recentes ou renovadas que são equipadas com caldeiras utilizam o gás natural como combustível, mas ainda há casas sem acesso à rede de gás e que, por isso, necessitam de outras alternativas – como as caldeiras alimentadas a gasóleo e a garrafas de gás butano ou propano.

Será que podemos afirmar que tipo, em especial, é melhor do que outro? A verdade é que podemos compará-los em termos de eficiência, mas a escolha vai depender, sobretudo, da disponibilidade do fornecimento.

Já deve estar farto de saber que para otimizar o conforto térmico do seu lar e não desperdiçar recursos, não há nada como optar por equipamentos com maior eficiência energética.

Vamos, então, analisar a performance dos principais tipos de caldeiras domésticas e ajudá-lo a perceber qual será a melhor solução de aquecimento aí para casa (e que tipo será a escolha mais eficiente e sustentável, ou seja, mais amigo da carteira e do ambiente).

Tudo a postos? 😉

Caldeiras atmosféricas

Basicamente, uma caldeira atmosférica é uma caldeira a gás natural caracterizada pelo seu tipo de extração de fumos.

O funcionamento de um caldeira atmosférica acontece desta forma: o sistema da caldeira realiza a admissão do ar que é preciso para fazer a combustão, a partir do local onde está instalada, e depois faz a extração dos gases queimados, direcionando-os para o exterior por meio de uma chaminé do tipo convencional.

De salientar que as caldeiras atmosféricas têm algumas condicionantes, que dizem respeito ao seu local de instalação. Assim, importa saber que este tipo de caldeira apenas poderá ser instalado em espaços que assegurem as condições ideais para uma ideal renovação do ar – isto porque o ar do local será consumido pela caldeira em funcionamento, oferecendo um perigo real a quem está presente.

Caldeiras estanques

Se as caldeiras atmosféricas utilizam o ar do próprio ambiente para produzir, as estanques vão buscar o ar que necessitam para a combustão no exterior da casa, expulsando (também para o exterior) os gases queimados através de chaminés feitas de tubos coaxiais.

E como a combustão é feita? É simples, dentro de uma câmara hermética, de forma a garantir que não há risco de consumo abusivo de oxigénio no ambiente onde o equipamento está instalado. Há, ainda, um ventilador que auxilia na exaustão dos gases.

Caldeiras de condensação

O funcionamento das caldeiras de condensação é simples: aproveitam a energia dos gases de combustão para produzir mais, ou seja, tornam-se mais eficientes. Note que uma caldeira convencional extrai os gases de combustão livremente para a atmosfera.

De recordar que a escolha pelas caldeiras de condensação pode ser mais ou menos vantajosa, a depender da região onde vivemos. Ou seja, são caldeiras mais caras do que as convencionais e que só valem a pena o investimento se forem instaladas em zonas mais frias do país. Se vive em Lisboa ou no Porto, pode não ser boa ideia ter uma, mas se morar pelos lados da Guarda, por exemplo, será possível amortizar o investimento depois de alguns anos.

Caldeiras moduladoras

Em linhas gerais, as caldeiras moduladoras diferenciam-se das restantes pela sua função de regulação da temperatura – ou, por vezes, de autoregulação.

Existe, assim, um sistema de controlo inteligente que realiza a gestão do funcionamento da caldeira, de acordo com a demanda de calor que é requerida. O sistema inclui um termóstato ambiente e vai regulando a sua atividade de modo a funcionar mais tempo no modo mínimo. O resultado, claro, é visto nas faturas: menos consumo, faturas mais baixas.

Que caldeira é mais eficiente?

Como vimos acima, a escolha da caldeira vai depender muito das opções de fornecimento de combustível que tem disponíveis.

De uma maneira geral, é possível dizer que as caldeiras a gás são todas eficientes – sendo esta a sua característica, talvez, mais relevante.

Imagine que tem uma caldeira a gás, para fornecer calor à água e ao sistema de aquecimento central, com uma eficiência energética que pode rondar os 80% e que só desperdiça 20% do que produz (pela chaminé, por exemplo)… Parece-lhe uma boa ideia, certo? E é mesmo, especialmente quando o objetivo é poupar nas faturas do gás.

Mas é preciso, ainda, destacar que o funcionamento de uma caldeira a gás significa aproximadamente 60% das emissões de CO2 domésticas.

Se objetivo é poupar, as caldeiras a gás são, de uma maneira geral, uma boa ideia de investimento. No entanto, se a ideia é ser mais amigo do ambiente, há entre eles soluções mais adequadas.

Destacamos, portanto, as caldeiras de condensação e por variadas e vantajosas razões:

  • Numa caldeira convencional, o aproveitamento energético é de cerca de 90%, enquanto nas caldeiras de condensação esta taxa pode mesmo estar acima dos 100% (não entendeu? É simples, afinal, estas caldeiras emitem maior quantidade de energia do que a que precisam para estar em funcionamento);
  • Face às alternativas convencionais, as caldeiras de condensação podem ser sinónimo de uma poupança superior aos 30% nas faturas de gás;
  • Podem ser ajustadas para emitir menos CO2, sendo mais amigas do meio ambiente.

 

Lembre-se sempre: as características de eficiência da caldeira estão diretamente relacionadas com a sua manutenção – um plano que de ser, idealmente, cumprido anualmente. Assim, consegue assegurar que o equipamento dura mais tempo em bom estado e otimiza o seu funcionamento – o resultado disto é menos consumo e, claro, maior eficiência.

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