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Ar condicionado ou aquecimento central: faça a escolha certa

Índice

“Estou a construir uma casa e não sei qual será a melhor opção de climatização – ar condicionado ou aquecimento central. Que escolha devo fazer?”

“Comprei um apartamento que tem ar condicionado e aquecimento central. Que sistema devo utilizar no inverno?”

Reconhece alguma destas situações? Está a passar pela mesma dúvida? Estamos cá para ajudar. 😉

Um é capaz de garantir calor nos dias frios e mais frescura no tempo quente, enquanto outro assegura conforto nos meses de temperaturas mais baixas. Mas não é apenas isso que os difere.

Então, afinal, como escolher entre instalar uma rede de ar condicionado ou um sistema de aquecimento central? A verdade é que não existe apenas uma resposta correta para estas questões e a decisão deve passar, sobretudo, pelos hábitos das pessoas que habitam o imóvel.

Vamos traçar, em maior detalhe, as diferenças entre os dois tipos de equipamentos e conversar sobre aquilo que deve ter em consideração antes de fazer a compra. Fique a perceber qual será a escolha mais acertada para si. 🙂

Ar condicionado vs. aquecimento central: todas as diferenças

Entenda as principais características do ar condicionado e compare-as com aquelas que são as particularidades essenciais de um sistema de aquecimento central.

O abc do ar condicionado


Vantagens:

  • É um 2 em 1 – aquece e arrefece;
  • Há diferentes tipos – portátil, singlesplit e multisplit são os mais comuns em imóveis residenciais;
  • Investimento mais económico, face aos sistemas de aquecimento central;
  • Boa escolha para imóveis pequenos ou médios.


Desvantagens:

  • Não é de manutenção económica e simples – deve, por exemplo, limpar os filtros mensalmente e substituir quando necessário;
  • Podem pesar na fatura, de acordo com o tipo de aparelho e de utilização -por isso, escolha os mais eficientes e mais amigos do planeta, e só ligue quando necessário.


Como funciona o ar condicionado?

Imagine o funcionamento de um frigorífico… É bastante idêntico ao de um ar condicionado.

No seu interior existem serpentinas, em rede, além de condensadores e evaporadores, por onde passa uma espécie de fluido com capacidade de criar um efeito frigorigéneo. Assim, permite a troca de temperatura entre o calor presente no interior/exterior para produzir a climatização dos espaços interiores onde está instalado – promovendo, através dessa troca, o aquecimento nos meses de inverno e o arrefecimento nos meses de verão.

Esta comutação de temperatura faz com que a humidade presente naturalmente no ar seja condensada no interior do aparelho de ar condicionado, tornando o ar mais seco. É por este motivo que o aparelho tem um tabuleiro que recolhe esses condensados.

Entenda o aquecimento central


Vantagens:

  • Aquecimento mais uniforme e homogéneo em toda a casa, seja através de piso radiante ou de radiadores espalhados pela casa – o aquecimento central funciona num sistema de aquecimento de água que depois percorre um determinado circuito, libertando calor ao longo de todo o caminho que faz;
  • Mais poupado na fatura mensal – é ideal para grandes áreas onde consegue manter uma temperatura amena consumindo menos que outros sistemas de aquecimento.


Desvantagens:

  • Instalação mais complexa, que necessita de muito espaço;
  • Deve ser instalado, idealmente, durante a fase de construção do imóvel;
  • Investimento inicial elevado;
  • Apenas aquece o ambiente – não arrefece nem filtra o ar.

Como funcionam os sistemas de aquecimento central?

Bastante comuns até aos dias de hoje, face aos aparelhos de ar condicionado, os sistemas de aquecimento central – a gás, lenha ou pellets – já começam a dividir espaço entre as escolhas dos consumidores. Esta é, ainda, a realidade de grande parte dos portugueses.

E como funciona, afinal? É simples: o aquecimento que é gerado pelo sistema de caldeira, por exemplo, vem a partir de um só ponto, que deve ser instalado numa sala de máquinas ou na cave. A partir daí, o calor passa a ser distribuído pelos diferentes ambientes do imóvel através de uma tubulação específica, com circulação de vapor canalizado ou de água. Pode, assim, ser distribuído através de radiadores ou de piso radiante.

O piso radiante, hoje em dia, é aquele que tem conquistado muitos interessados, bem como as bombas de calor – estas duas opções de climatização central têm chamado a atenção de quem está a pensar instalar um sistema de aquecimento.

Entenda os diferentes elementos presentes nos sistemas de aquecimento central e decida qual será a melhor opção para si, a partir das suas principais características de utilização.

  • Radiadores: os radiadores são bastante comuns nos imóveis portugueses, especialmente em casas de banho.
  • Piso Radiante: um sistema que pode ser hidráulico ou elétrico, bastante económico e eficiente, sendo altamente recomendado para edifícios residenciais.
  • Bombas de calor: são aliadas da sustentabilidade e , sim, são também dispendiosas – podendo significar um alto investimento inicial. Mas a verdade é que as bombas de calor são mesmo muito eficientes, além de serem uma fonte de energia renovável. Ou seja, muito mais amigas do planeta.
  • Caldeiras a gás: são também bastante comuns em Portugal e caracterizam-se pelo baixo consumo de energia – o gás canalizado. São, por isso, económicas e sustentáveis.
  • Pellets: estão a conquistar consumidores e parecem uma solução destinada ao sucesso no mercado. Basicamente, neste sistema existem aparelhos que utilizam resíduos florestais para gerar calor – em alternativa ao funcionamento à base de gás ou de gasóleo.
  • Lenha: esta parece ser, entre todas as opções de aquecimento central, aquela que é a mais económica para gerar calor. No entanto, não é de simples utilização e, nesse sentido, deve contar com alguma dificuldade. Consome mesmo bastante lenha.

Coisas a considerar antes de comprar ar condicionado ou aquecimento central

O rótulo de eficiência energética

A famosa etiqueta energética nada mais é do que o rótulo indicativo das características de equipamentos domésticos, naquilo que diz respeito ao seu consumo de energia.

Existem sete tipos – desde a classe A (a mais eficiente) até à classe G (a menos eficiente).

E porque é importante? Porque permite que o consumidor tenha informação sobre os custos inerentes ao funcionamento do equipamento, como forma de fazer uma escolha de compra mais consciente. 😉

Equipamentos de frio têm dois tipos de rótulo de eficiência energética dentro da classe A: A+ e A++, com níveis de eficiência mais elevados.

O tipo de instalação

Este é um dos pontos mais importantes e que podem mesmo ser determinantes sobre a decisão pelo sistema de climatização mais indicado para o seu caso.

Isso porque os sistemas de aquecimento central devem ser instalados ainda durante a fase de obras do imóvel – de construção ou remodelação. Por isso, se não está a construir ou a remodelar o seu imóvel, de momento esta não deve ser uma opção de climatização para si.

Por outro lado, os aparelhos de ar condicionado são bastante mais versáteis, permitindo uma instalação segura a qualquer altura. Se optar por um aparelho portátil, até nem terá de recorrer a qualquer tipo de instalação. Mas, ainda que opte pela instalação monosplit ou multisplit, ter ar condicionado em casa não será um passo demasiado complicado – mesmo que tenha de instalar uma unidade no interior e outra exterior do imóvel.

Utilização eficiente do ar condicionado ou aquecimento central

Para conseguir uma utilização com bom desempenho do seu sistema de climatização, deve saber como praticar algumas dicas essenciais de poupança e eficiência.

Se a intenção é fazer com que a fatura pese menos no bolso – e o seu consumo seja mais amigo do meio ambiente – esteja com atenção às dicas que deixamos de seguida.

Dicas gerais para uma climatização eficiente

Atenção ao Isolamento: este é um dos fatores mais importantes de quem quer climatizar os ambientes com eficiência, sem desperdiçar consumos. Um bom isolamento do imóvel pode significar pagar entre 30% a 50% a menos pelas suas faturas de energia. Janelas e portas com isolamento térmico de qualidade são ótimas aliadas e não se esqueça de as manter bem fechadas enquanto tem os seus aparelhos a aquecer/arrefecer o ambiente.

Atenção ao Termóstato: este pode ser um excelente amigo da gestão de temperatura e uma ótima ajuda para quem quer controlar os valores. Instale um termostato e veja a fatura emagrecer cerca de 10%. É recomendável adequar o termostato às condições sentidas no exterior, de acordo com a altura do ano. 18°C é excelente para o inverno e 25°C é ideal para o verão.

Atenção à roupa que tem vestida: use roupa adequada à estação. No verão vista pouca roupa, no inverno faça questão de peças quentinhas. Isto evita que tenha de programar os aparelhos para temperaturas demasiado diferentes daquelas que se fazem sentir naturalmente – isto traduz-se em demasiado esforço do sistema e consumos excessivos.

Atenção aos consumos: é boa ideia instalar um aparelho medidor de consumos para que possa fazer a gestão, acompanhar e avaliar os impactos na fatura.

Atenção à potência: antes de comprar qualquer equipamento, deverá pedir a opinião de quem entende do assunto, como forma de saber que potência está mais adequada às necessidades do ambiente.

Atenção à manutenção: fazer uma manutenção preventiva e regular, periodicamente, é a melhor forma de assegurar o bom funcionamento dos seus equipamentos de climatização.

Atenção ao desperdício: desligue quando não é preciso. Só utilize os aparelhos de climatização quando realmente for necessário. Se não consegue, por alguma razão, desligar totalmente o sistema de climatização, então, opte por programá-lo para uma temperatura mais baixa quando não está em casa ou durante a noite.

Atenção à energia que consome: uma das formas mais fáceis de poupar nas suas faturas é optar pelos tarifários de energia e/ou gás da Goldenergy mais adequados aos seus consumos. Escolha o melhor para si: tarifa simples ou bi-horária, em contratos simples ou dual de luz + gás.

Na Goldenergy, além de pagar preços mais amigos pelo que gasta, conta com energia 100% limpa e gerada a partir de fontes naturais – como o sol, a água e o vento. Adira já à Gold! 😉

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