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Alimentação sustentável: o que é, como fazer e todas as vantagens

Índice

Nesta artigo o tema é alimentação sustentável: o que é e como uma dieta com escolhas conscientes e saudáveis podem ajudar a sustentabilidade?

O que é a alimentação sustentável?

Sabia que a alimentação sustentável é um grande passo para ajudar o planeta?

A verdade é que as escolhas alimentares que fazemos diariamente, para além de impactarem de forma direta na saúde do nosso corpo, também interferem no meio ambiente, afetando a biodiversidade e provocando alterações climáticas.

Parece incrível, não é? 🙂 E é, de facto, surpreendente como podemos mudar grandes coisas com pequenos gestos.

Um alimento sustentável é, basicamente, um alimento que respeita, sobretudo, o nosso organismo e a biodiversidade. É, portanto, a reunião de bens alimentares produzidos através de métodos de produção que têm em consideração a preservação das boas condições naturais do nosso planeta. Como? Não há produtos processados e uma das prioridades é o bem-estar dos animais, do meio ambiente e dos produtores – para além da saúde e do futuro dos consumidores, claro.

Alimentação e meio ambiente

Desde meados do século passado, ali por volta dos anos 1950, e até 2010, o planeta viu triplicar a população mundial – passamos a ser muitos mais, em torno de 7 mil milhões de pessoas. Isto quer dizer que, ao mesmo tempo, aumentaram três vezes os nossos padrões de consumo. Consegue imaginar o tamanho do impacto negativo provocado ao meio ambiente e ao clima? As alterações dramáticas que causamos? O aumento do aquecimento global, a desertificação, a poluição…

É sobre isto que vamos falar neste artigo – e sobre como podemos dar à volta ao problema, cada um com as suas escolhas (também à mesa).

Há já uma série de estudos que foram realizados para avaliar qual seria o impacto ambiental real da produção alimentar moderna – e para que, ao mesmo tempo, fossem definidas aquelas que são as melhores estratégias para a implementação de uma alimentação mais consciente e sustentável.

Foi observado, cientificamente, que os altos consumos de carne têm efeitos devastadores para o meio ambiente. A criação de gado é capaz de gerar emissões de gases superiores às que são geradas pelos transportes. Ou seja, o gado tem mais efeito de estufa do que um dos maiores problemas ambientais que a vida moderna nos trouxe – que é a poluição automóvel.

As nossas escolhas de consumo de carnes (e, também, do leite) são, portanto, responsáveis pela degradação do solo, destruição da camada de ozono, poluição da água e, claro, alterações climáticas de grande impacto. É urgente mudar os hábitos à mesa.

Saiba que as emissões de gases nocivos que são geradas a partir da excessiva criação de gado, como forma de manter os nossos hábitos de consumo, são um dos principais culpados da poluição que liberta metano na atmosfera. O metano é um gás com efeito de estufa, resultante do processo de digestão dos animais do gado, bem como da descomposição do estrume animal.

Como se não bastasse, para além disso, o gado em excesso é uma das maiores razões para a destruição e desflorestação da Amazónia – considerada como o pulmão do mundo. 🙁

Alimentos sustentáveis e os seus benefícios

Para pessoas

Se pensa que comer carne em todas as grandes refeições é apenas um problema para o meio ambiente, desengane-se: ingerir, em excesso, proteína animal é potencialmente perigoso para a saúde – principalmente se o consumo de eleição for de carne vermelha. Os riscos incluem o desenvolvimento de alguns tipos de cancro e de doenças cardiovasculares.

Também os químicos, que fazem parte do tratamento tradicional dos alimentos mais comuns da nossa dieta, são extremamente nocivos ao nosso organismo. Pense connosco, como exemplo: os pesticidas matam insetos e outras pragas num piscar de olhos, mas o que poderão essas substâncias provocar à nossa saúde, a médio e longo prazo? Dá que pensar, não dá?

Por fim, um dos benefícios mais importantes de uma alimentação sustentável tem a ver não apenas com cada pessoa, individualmente, mas com o tecido social do qual fazemos parte. A alimentação sustentável é mais consciente, mais amiga dos produtores locais e aliada de uma economia mais equilibrada e de um comércio mais justo. Compre natural e local, sempre que possível.

Para o ambiente

Consumir alimentos sustentáveis é uma forma verdadeiramente eficaz de travar as alterações climáticas. Há estatísticas que demonstram: se reduzirmos em 50% a produção e os nossos consumos de alimentos de origem animal, em 2050 teremos menos 64% de emissão de gases com efeito de estufa.

Menos terra dedicada à pecuária seria sinónimo de menos desflorestação – mais um benefício da alimentação sustentável para o meio ambiente.

E sabia que pode, também, favorecer a preservação de espécies ameaçadas de extinção? Atualmente, algo entre os 20 e os 40% da totalidade dos mamíferos presentes na bioesfera poderão estar absolutamente extintos em 2060. 🙁 A alimentação saudável ajudar a dar mais oportunidades de vida a esses animais.

Preservar os recursos hídricos do nosso planeta é urgente. Ao assumir uma dieta mais saudável e equilibrada, consciente e sustentável, está a contribuir para reduzir os consumos de água e combater a contaminação dos nossos rios e mares, por parte dos negócios da pecuária e da produção de alimentos para a manutenção dos seus animais.

Alimentação sustentável: exemplos comuns

6 conselhos para uma alimentação sustentável

1. Escolha o mais natural: Torne a sua cozinha mais sustentável com pequenos passos diários. Legumes, frutas e hortaliças devem ser uma prioridade no prato. Nada de processados, pré-cozinhados, ou transgénicos. Exemplo: não compre uma lasanha pré-feita, faça a sua de raiz, com elementos naturais, e substitua a carne vermelha por verduras; nada de fruta congelada ou de papa de fruta de compra para as crianças. Não há sabor como o da natureza.

2. Reduza o consumo de carnes e peixes: Como vimos, a criação de sistemas e animais para satisfazer a nossa dieta tem sido uma arma perigosa contra o meio ambiente (e para a saúde). Comece por fazer uma segunda-feira sem carne e, gradualmente, reduza mais. Substitua as suas receitas tradicionais por deliciosas opções vegetarianas. O empadão? A lasanha? De legumes, se faz favor. 🙂 E nunca se esqueça que as saladas frescas, as sopas e as omeletes são sempre uma escolha saudável e deliciosa.

3. Evite o desperdício: Compre apenas a quantidade que vai consumir. Não escolha comprar a mais. O descarte de alimentos, para além de gerar resíduos, é um hábito que promove a produção alimentar excessiva.

4. Apoie o comércio local e justo: Uma das formas mais simples de conseguir fazer uma alimentação sustentável é comprar diretamente aos produtores ou em comércio local – estes são excelentes exemplos de negócios com uma relação respeitosa com o meio ambiente.

5. Escolha os biológicos e sem pesticidas: Não é segredo que os químicos matam – quer a nós, quer à biodiversidade. Por isso, na sua lista de compras, priorize os alimentos ecológicos.

6. Consuma os alimentos da época: Sim, se optar por consumir os produtos da época vai mesmo contribuir para uma redução das emissões de CO2.

Nós, na Goldenergy, somos verdes na alma e nos negócios. Valorizamos, promovemos e incentivamos todas as alterações benéficas para o meio ambiente – que garantem um futuro mais saudável para o nosso planeta e a nossa gente.

Se ainda não aderiu à energia 100% limpa da Gold, está na altura de mudar. Adira já e comece já a fazer o caminho inevitável: o de cuidar da terra, da biodiversidade e das pessoas.

A energia que consome aí em casa, tal como a alimentação que leva à mesa todos os dias, é uma escolha livre. Permita-se fazer parte da mudança e aproveite para poupar nas faturas, com as nossas tarifas mais amigas da carteira.

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